Last, but not least... FORTE GRAGOATÁ, a largada!!
O Forte Gragoatá, o Forte.
O Forte, ou Fortaleza, de Gragoatá, chamado em épocas anteriores de Forte São Domingos, Gravatá, Caraguatá ou Caracuatá, acabou com o nome atual em homenagem a uma planta bromeliácea abundante no bairro de Gravatá.
Foi erigido anteriormente a 1.710, numa ponta de terra, a Praia de São Domingos, em Niterói.
Na época do ataque do corsário Dugway-Tröin ao Rio de Janeiro, 1.711, estava desartilhado e não ofereceu resistência.
Sofreu reparos durante o Governo do Vice-rei Marquês do Lavradio (1.769-79).
Desarmado em 1.831, durante a Regência, foi rearmado conservando oito peças em 1838, com uma guarnição de 70 homens. Em 1.863 foi reparado, ampliado e rearmado.
Seus dias de glória aconteceram durante a Revolta da Armada (1893) quando o Batalhão Acadêmico, um dos que se formou para defender o Exmo. Sr. Presidente da República Marechal Floriano Peixoto resistiu atrás de suas muralhas aos bombardeios do cruzador Tamandaré e do encouraçado Aquidabã, ajudando Niterói a receber a denominação de Cidade Invicta. Em homenagem a este feito, formalmente passou a chamar-se Forte Batalhão Acadêmico.
Desarmado posteriormente, restam atualmente suas muralhas e dependências, tombadas pelo Patrimônio Histórico em 1.938.
Gragoatá, o bairro.
Gragoatá é um dos menores bairros de Niterói e o que apresenta menor número de habitantes, tendo como limites São Domingos e Boa Viagem, além das águas da Baía de Guanabara.
O seu território pertencia à Sesmaria dos Índios Temiminós — doada com o objetivo de fixá-los deste lado da baía, para que ajudassem na defesa do Rio de Janeiro contra possíveis invasões e na luta contra os Tamoios (aliados dos franceses). O fato demonstra a importância estratégica que a "Banda d’Além" tinha para a defesa do litoral fluminense e por isso mesmo, em Niterói, foram erguidas diferentes fortificações, entre elas o Forte Gragoatá.


0 Comments:
Postar um comentário
<< Home