All that you can´t leave behind...

Espaço para histórias, estórias, artes em geral, amizades, natureza...só alto astral! Sejam bem vindos. Embarquem comigo nessa Magical Mystery Tour. Deixem-se levar, para bem longe, para lugares maravilhosos. Talvez vocês já tenham participado de uma viagem como esta sem perceber o que estava acontecendo. Prontos para partir? Ótimo! Afinal, estamos entre amigos!

Nome:
Local: Rio de Janeiro, RJ, Brazil

segunda-feira, outubro 30, 2006

Regata Santos-Rio

O blog é um espaço democrático. Não entendo patavina de embarcações. Mas, nosso Capitão, CAT, com a excelência que o posto encerra, entende e remeteu esta notícia aí. Então, vamos lá!! A foto está muito bonita, parabéns ao fotógrafo.

REGATA SANTOS-RIO
Seu percurso é de 190 milhas náuticas, o sentido sempre foi entre os portos de Santos e Rio de Janeiro, exceto nos anos de 1970 e 1972, quando foi feito o inverso.
A primeira edição da Santos-Rio aconteceu em 18 de novembro de 1951 e dela participaram 14 veleiros, e, desde então, vem se repetindo todos os anos, sem interrupções. Naquela ocasião o Iate Clube de Santos ainda estava construindo a sua atual Sede, em Guarujá, e dispunha apenas de um barracão de madeira, um pequeno cais e uma rampa para içar os seus barcos. Todos os entendimentos para a organização da Regata Santos/Rio foram feitos num antigo restaurante de Santos, "O Jangadeiro", que não existe mais.
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Sorsa bate o recorde da Santos-Rio.

Santos-Rio E depois de 11 anos caiu o recorde de Torben Grael no Magia III/Polibrasil. Aliás, 11 é um número meio cabalístico na regata, já que Torben batera o recorde também 11 anos depois do Wawato em 1974... Tudo no tempo real, é claro!

O veleiro Oi/Sorsa III (foto de Hector Etchebaster, em Búzios, neste ano), comandado por Celso Quintela, cruzou a linha de chegada no Rio de Janeiro às 8h33 de hoje e completou o percurso da regata em 19 horas e 33 minutos, tirando quase duas horas do recorde de Turbina. Este, que está aqui do lado, aliás, manda um abraço e os parabéns aos novos recordistas.
Cisne Branco...
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A experiência dos velejadores João Signorini, Mauricio Santa Cruz e dos medalhistas olímpicos Kiko Pellicano e Eduardo Penido na tripulação fez a diferença! Joca comemorou: "Estamos todos muito felizes, pois bater o recorde da Santos-Rio era um dos nossos objetivos e conseguimos!"
A tripulação vencedora agora vai ter um descanso merecido de 4 dias. E com energia renovada vai disputar o circuito Rio de quarta a domingo. O barco carioca está fazendo uma excelente temporada, venceu também a regata Escola Naval, o Circuito Oceânico de Niterói, e foi terceiro lugar na Semana de Vela de Ilha Bela este ano.

Segundo informações vindas direto do Kadu, na CR, que está dentro da Baía de Guanabara e não no Arpoador como foi informado ontem, no tempo real a ordem de chegada, até agora, está assim: Sorsa, Cristabella, Neptunus Express, Matador, todos estes dentro do tempo do recorde anterior, Asa Alumínio e Mitsubishi, a confirmar.
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obs.
Equipe Ferro Fundido:
Domingo haverá nosso congraçamento!
Leve sua família.
Vá de camisa branca e/ou azul, as cores de nosso pavilhão!

sábado, outubro 28, 2006

DOMINGO, 29.


GIMME SOME TRUTH


I'm sick and tired of hearing things
From uptight, short-sighted, narrow-minded hypocritics

All I want is the truth
Just gimme some truth

I've had enough of reading things
By neurotic, psychotic, pig-headed politicians

All I want is the truth
Just gimme some truth

No short-haired, yellow-bellied, son of tricky dicky
Is gonna mother hubbard soft soap me
With just a pocketful of hope

Money for dope
Money for rope

I'm sick to death of seeing things
From tight-lipped, condescending, mama's little chauvinists

All I want is the truth
Just gimme some truth now

I've had enough of watching scenes
Of schizophrenic, ego-centric, paranoiac, prima-donnas

All I want is the truth now
Just gimme some truth

Ah, I'm sick and tired of hearing things
from uptight, short-sighted, narrow-minded hypocrites

All I want is the truth now
Just gimme some truth now

I've had enough of reading things
by neurotic, psychotic, pig-headed politicians

All I want is the truth now
Just gimme some truth now

All I want is the truth now
Just gimme some truth now

All I want is the truth
Just gimme some truth

All I want is the truth
Just gimme some truth


J. LENNON, 1971.

segunda-feira, outubro 23, 2006

Financial Times

Duas matérias no Financial Times online de domingo demonstram que uma "ampla vitória" de Lula significa um pacto com a mediocridade, com o crescimento baixo, com a ausência de reformas e a transformação da expressão "privatização" em um autêntico palavrão.
Pior: os jornalistas J. Wheatley e R.Lapper perceberam corretamente que não só Lula está abandonando a modernidade, mas o próprio Chuchu está sendo forçado a negar e renegar idéias de reformas e de privatização para não perder votos.
O nome para tudo isso: uma tragédia brasileira. Os eleitores não se incomodam com a corrupção, mas não querem saber de privatização

sexta-feira, outubro 20, 2006

Entrevista com FHC


Periódico El Pais, de Madrid: entrevista com o ex-presidente FHC. semana de 9 a 13 de outubro de 2006.

Cardoso asegura que la crisis política no daña la economía de Brasil. El ex presidente evita criticar a su sucesor. El ex presidente de Brasil Fernando Henrique Cardoso, de 74 años, mostró ayer su convencimiento en Madrid de que la grave crisis política que atraviesa su país con la corrupción que asuela al Partido de los Trabajadores (PT) y a sus socios de Gobierno no perjudicará la economía. A su juicio, Brasil marcha en la buena dirección porque por vez primera hay consenso sobre la política económica, lo que hace menos importante la convulsión política. Cardoso evitó criticar a su sucesor, Luiz Inácio Lula da Silva, y subrayó que aún es muy temprano para descartar su reelección en 2006.
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El País - Poderá haver surpresas nesse segundo turno?
Cardoso - Ainda é muito incerto. Mas eu diria que hoje Lula perderia.
EP - O presidente tem uma imagem muito boa entre os setores progressistas da sociedade espanhola.
Cardoso - Porque sabem menos que nós.
EP - O senhor já o elogiou muito. Agora o ataca. É eleitoralismo ou Lula mudou muito?
Cardoso - Sim. A verdade é que o que aconteceu nestes últimos dois anos foi uma sucessão de escândalos e uma confusão muito grande entre a esfera pública e a privada, e se entende como privada o partido (dos Trabalhadores, de esquerda, no governo). Não creio que Lula tenha tomado a liderança do assunto para pôr um ponto final em tudo isso e abrir caminhos novos, nem um diálogo novo. Nada. Ele se acomodou à situação. Uma eleição que poderia ter ganhado com relativa facilidade, porque a situação econômica é favorável, agora ele enfrenta com apuros.
EP - Lula estava consciente da corrupção?
Cardoso - Não desejo fazer uma afirmação categórica porque não sei, mas também seria escandaloso que não tivesse percebido depois, e que não agisse em função do que aconteceu.
EP - Não parece que os escândalos tenham prejudicado a economia brasileira.
Cardoso - Não, não. A economia brasileira está forte e a economia internacional também. Lula teve uma conjuntura muito favorável durante seu mandato. Ele seguiu o mesmo rumo que nós havíamos começado. Não houve nenhuma mudança significativa nessa matéria. Talvez devesse ter mudado algo, mas não o fez. No entanto, o vento sopra a favor. O problema não vem daí. O mais grave é a utilização do aparato público para fins partidários. Isso é que é grave.
EP - Essa prática está muito generalizada?
Cardoso - Tenho a impressão de que sim, porque envolve muita gente em diferentes setores. Tudo isso está ligado, porque também se descobriu que nos municípios controlados pelo PT já havia começado essa mesma deterioração.
EP - Lula diz que o Brasil está muito melhor do que quando o senhor o entregou a ele.
Cardoso - Tomara fosse verdade, embora em certos pontos talvez sim, porque o tempo passa; mas a reforma do Estado, por exemplo, está paralisada. E tomemos o assunto onde o governo insiste mais para defender sua gestão: as bolsas para distribuição de renda. Começaram em meu mandato. Aprovei diversos tipos de bolsas, mas ele juntou todas em uma só e reduziu o controle do que se faz com esse dinheiro. Por exemplo, quando eu era presidente tínhamos a Bolsa Escola. A mãe recebia dinheiro sob a condição de que o filho assistisse a 85% das aulas. Havia outras bolsas para tirar as crianças do trabalho; outra para as mulheres grávidas... mas sempre com uma contrapartida de promoção social. Não se dava somente o dinheiro. Agora se transformou em um mecanismo de distribuição de dinheiro sem um controle mais efetivo, uma avaliação. E também se fez uma politização do processo. Mas não há dúvida de que com isso melhorou a condição de vida de muita gente. Eu o comecei, mas eles avançaram. É verdade.
EP - Ganhe quem ganhar, o Brasil fica politicamente dividido. Até que ponto a governabilidade do país será afetada?
Cardoso - Haverá dificuldades, mas a divisão política
não deriva dessa crise, e sim do sistema de voto proporcional para a Câmara de Deputados: a lei eleitoral do Brasil fragmenta muito o sistema de partidos. Os partidos têm pouca capacidade de se unir e o presidente tem de negociar com diversos grupos políticos. É um problema estrutural. Eu o tive, mas não o solucionei como Lula: comprando votos. Tentei fazer alguns acordos com os grandes partidos. Ele o fez com os pequenos, em um intercâmbio de apoio por recursos políticos e financeiros. Isso é ruim.
EP - É possível um entendimento entre seu partido e a esquerda?
Cardoso - No Chile houve a concertação, que definiu uma pauta, e eles seguem essa pauta há muito tempo; aqui não houve concertação. Há uma briga basicamente entre dois pólos: o Partido dos Trabalhadores e o Partido Social-Democrata, mas quando se medem as políticas não são diferentes. Há uma certa continuidade, embora cada um defenda que fez mais que o outro. Do ponto de vista nacional, isso não tem sentido. Bem ou mal, há uma certa capacidade de avançar no Brasil. Eu não sou pessimista nesse aspecto. Não haverá uma crise institucional.
EP - E a América Latina? O Brasil perdeu a capacidade de liderança regional?
Cardoso - Sim. Creio que o Brasil perdeu a capacidade de liderança. A América Latina tem hoje um eixo no Pacífico e outro no Atlântico. O Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai) mais Venezuela e Bolívia, por um lado, e Chile, que se aproximou do mercado andino e do México. É a primeira vez que ocorre uma divisão dessa natureza, que temos um alcance quase ideológico no conjunto. O Brasil, que nunca foi um país arrogante, não pretendia a liderança, mas por seu peso e por seu sentido comum era capaz, de alguma maneira, de equilibrar o continente. Eu creio que perdemos isso. A liderança de Hugo Chávez é visível hoje.
EP - Qual é sua opinião sobre o presidente venezuelano?
Cardoso - É um sujeito com uma formação militar e um interesse popular. A soma das duas características é Chávez. Também tem uma visão estratégica e militar. Já tem dois inimigos: os EUA e a globalização. E como militar é ousado: vai à Coréia do Norte, vai à Líbia, vai ao Irã; mas simultaneamente conta com essa visão popular. E executa uma forte distribuição de renda com o petróleo, que paga tudo isso.
EP - Apesar de ter sido eleito democraticamente, muitos não o reconhecem como democrata.
Cardoso - É militar. Tem uma vocação mais autoritária, mas a verdade é que não ultrapassou o limite. Ainda busca o voto para a legitimação. É preciso salientar nisso. Mas fora a retórica sobre Bush e outros assuntos, a história vai julgar se foi capaz ou não de utilizar os rendimentos do petróleo para mudar a economia e a sociedade venezuelanas.
EP - Um quarto de século depois das ditaduras militares, as sociedades latino-americanas apresentam vícios muito antigos: corrupção, fragilidade institucional, carências em educação, moradia ou saúde, clientelismo, incompetência política...
Cardoso - É verdade, com exceção talvez do Chile, Uruguai ou mesmo Colômbia. Não demos o grande salto à frente para deixar para trás esses problemas.
EP - A que o senhor atribui o enquistamento dessas deficiências?
Cardoso - Há um peso importante do patrimonialismo, que também é ibérico: português e espanhol. Mas outro fator é que na América Latina nunca aceitamos realmente as economias de mercado. A Espanha sim, tomou a decisão de fazê-lo realmente, o Chile também; mas na América Latina há certa ambigüidade sobre isso, o que abre espaço para o patrimonialismo, o clientelismo. As regras são rígidas, não se aceita o Estado de direito, nem mesmo a lei. Creio que é a briga que temos de continuar lutando. Eu pelo menos luto o tempo todo no Brasil.
EP - Mas os partidos, que deveriam liderar essas transformações, não têm credibilidade social nem, em muitos casos, vontade.
Cardoso - Não há dúvida. Falta-nos uma organização política mais clara, baseada em valores, em princípios, com uma visão de mundo.
EP - Algumas pesquisas alertam sobre o enfraquecimento da democracia na América Latina, a ponto de que uma porcentagem de seus habitantes aceitaria sacrificá-la em troca de prosperidade econômica.
Cardoso - Não, não acredito nisso. São pesquisas que devem ser analisadas em um determinado contexto. A realidade é que assim que começa a diminuir a liberdade as pessoas reclamam a liberdade. Dois pontos ficaram solucionados em nosso continente: a democracia, a liberdade de imprensa, sindical, de partidos, de religião. E o outro é que conseguimos, bem ou mal, organizar nossas economias para a globalização. Não todos os países, mas Brasil, Chile, México, sim... houve progressos. Não há tanto retrocesso como as pessoas pensam.
EP - A integração latino-americana quase não avança, mas que futuro tem a Alca (Área de Livre Comércio das Américas, promovida pelos EUA)?
Cardoso - EUA e Brasil já tomaram a decisão de não avançar mais com a Alca. Cada um faz os acordos que quiser. O que fazem os EUA? Acordos bilaterais com o México, Chile, Peru e América Central, e isolam o Mercosul. Perdemos as preferências que tínhamos. Os EUA as ganharam.

terça-feira, outubro 17, 2006

EQUIPE FERRO FUNDIDO SAINT GOBAIN



Equipe Ferro Fundido,

No último domingo 15/10, em um dia típico de verão, em plena primavera carioca, participamos, no Aterro do Flamengo, da Corrida do Comerciário - 6 Km., patrocinada pelo SESC e Caixa Econômica Federal.
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A Equipe Ferro Fundido, como sempre, deixou sua marca nas corridas de rua, demonstrando bom preparo físico e determinação. Ostentando orgulhosamente seu pavilhão, sob a insígnia FERRO FUNDIDO - SAINT GOBAIN, nossos integrantes aguardaram o início da prova junto aos demais participantes. O clima era de muito entusiasmo e alegria. Pelo fato de ser uma prova relativamente curta, houve a participação de várias famílias: pais, mães e filhos eram vistos no alongamento dirigido, do palanque, por profissionais de educação física. Pontualmente, às 9:00 hs., os atletas iniciaram sua peleja altiva.
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Durante a prova, o calor foi um obstáculo considerável a ser transposto pelos atletas. Muito brio, raça, fibra e moral foram necessários. O posto único de hidratação, na virada dos 3 km., forneceu água gelada sem tumultos, estímulo extra aos atletas. As paisagens proporcionadas pelas belezas naturais do Aterro do Flamengo sempre abrilhantam o percurso. Da mesma forma que a Igreja da Imperial Irmandade da Glória, o MAM, o Monumento aos Pracinhas e a arquitetura de certos prédios.
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Na chegada, muita festa e congratulações. Diversos brindes foram distribuídos. Todavia, o mais importante era, sem dúvida, a medalha orgulhosamente estampada no peito. Símbolo único da vitória pessoal do participante e conjunta da Equipe. A medalha, como troféu de superação e perseverança. Estava, assim, naquela manhã de domingo, completada mais uma prova de rua.
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Na foto: Francisco, CAT e Arthur, o purista.

Dessa forma, a EQUIPE FERRO FUNDIDO continua distinguindo-se das demais. Sua regularidade e presença certa nas corridas já são percebidos por atletas e profissionais que trabalham nos eventos (fotógrafos e imprensa em geral). O clima de amizade, alegria, solidariedade, congraçamento, harmonia e responsabilidade, que reina entre seus integrantes, transformam as manhãs de domingo em agradáveis e saudáveis encontros esportivos, estreitando, ainda mais, os laços entre seus membros.
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O vencedor da prova foi Valdemir dos Santos, da Equipe Rocinha, com o tempo de 18 min. 10 seg., no feminino a vencedora foi Célia dos Santos com o tempo de 23 min. 40 seg. Participaram da prova 1.200 atletas. Todos vencedores!
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Os tempos da Equipe Ferro Fundido, foram os seguintes:
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Arthur Brasil: 28 min. 56 seg.
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Francisco Brasil: 28 min. 57 seg.
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Carlos A. Torres (capitão): 38 min. 36 seg.
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A medalha. Os vencedores. O pavilhão. O orgulho. Parabéns!!
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Nosso eterno capitão e organizador, CAT, convida todos a participarem das próximas provas. Vamos aproveitar a primavera e entrar em forma para o verão! Vamos suar 2006 e nos preparar para 2007!

Até o final do ano teremos grandes provas de rua na cidade. Confirme sua participação, vamos montar uma grande equipe para essas provas.

Vamos terminar o ano com a maior equipe que a FERRO FUNDIDO – SAINT GOBAIN já montou. Aproveitemos a boa organização das futuras provas e a experiência de nosso capitão. Vamos participar com um grande número de atletas, homens e mulheres. Incentive sua família. A persistência realiza o impossível. A força não provém da capacidade física e sim de uma vontade indomável. Esperamos você!!
Junte-se a nós!!
Você se surpreenderá!
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Calendário:
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5/11 – Domingo, às 08:30 hs. – 3ª Corrida Cidade Maravilhosa - 10 Km., já estão abertas as inscrições.
Largada e Chegada: Logo após Churrascaria Porcão Rio's- Sentido Aeroporto Santos Dumont
O numero de participantes é limitado. A prova tem excelente organização. Nessa prova haverá também uma categoria CAMINHADA - 5 Km., para aqueles que ainda não estão preparados para uma Corrida.

Participe, traga sua família. Vamos montar duas grandes Equipes de CAMINHADA e CORRIDA. Prova do Circuito Banco Real de Corridas de Ruas. Excelente organização – JJS Eventos. Informações sobre a prova
www.jjseventos.com.br
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17/12 - Domingo 9:00 hs. - 2ª Corrida Pan Americana - 10 Km. Largada e Chegada Aterro do Flamengo - RJ. Informações e inscrições no site www.yescom.com.br Prova com excelente organização e transmitida pela Rede Globo de Televisão.


Ano passado, a prova contou com 5.500 atletas inscritos. A disputa coloriu o Aterro do Flamengo em um domingo cinzento na Cidade Maravilhosa. Todavia, a temperatura esteve elevada, beirando os 27 graus. O circuito plano e a distância de 10 quilômetros cativaram os corredores de todo o Brasil.
Até breve!!

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obs. Há projeto de participar da São Silvestre, em São Paulo!! Com os uniformes 2007!!

sábado, outubro 14, 2006

Estado de Direito ou Rede Globo com Direito?


A TV Globo pede ao TSE autorização para estender horário do debate.
A Rede Globo de Televisão requereu junto ao egrégio Tribunal Superior Eleitoral autorização para que no dia 27 próximo, último permitido, pela lei, para realização de debate entre presidenciáveis, este possa ultrapassar o horário limite de meia-noite.

Na petição, a Rede Globo argumenta que o debate terá início por volta das 22h20 e pelo formato já definido, com o tempo para a exposição das propostas de cada candidato e eventuais pedidos de direito de resposta, a previsão de duração é de 2h40, devendo, portanto, se estender depois da meia-noite.

O que será que irá prevalecer? a LEI ou a Programação da GLOBO????????
Novela ou debate?????????
Atenção, gente. Isso é gravíssimo!! A GLOBO é concessionária de serviço público!!! Ela é que encurte a novelinha, o ópio do povo, que causa a assombrosa indiferença pela vida e a preferência pela adaptação simplista do estilo pré-programado, vazio, inútil, sem personalidade e medíocre.
Vamos ficar atentos!!! O estado de Direito deve prevalecer sobre o interesse privado!!

sexta-feira, outubro 06, 2006

2º Turno? É guerra total!!

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E essa agora?
Nós eleitores do Rio de Janeiro fomos surpreendidos com apoio do ex-governador Garotinho e sua família ao candidato Alckmin. Percebe-se a total falta de articulação do PSDB e do PFL, pelo menos no início desta campanha para o segundo turno. Transparece que foram pegos de surpresa, que não esperavam chegar aonde chegaram e muito menos com assustador percentual de votos.
De forma assodada, afoita, trataram de correr em busca de todo tipo de aliança. Não levaram em conta os problemas éticos de Garotinho. Com a bobagem já feita, reflexos seríssimos podem ser verificados nas eleições do estado do Rio.
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Como filho feio não tem pai, agora ninguém assume a iniciativa de ter procurado o ex-governador. Há a versão de que o presidente do PMDB, Michel Temer, ligou para Garotinho para sondar eventual apoio. Aberta a porteira, Alckmin teria ligado em seguida e marcado o encontro em São Paulo, a pedido de Garotinho, desejoso de sair do ostracismo. Uma segunda versão relata que Tasso Jereissati, presidente do PSDB, ligou para Alckmin dizendo que Garotinho queria apoiá-lo. Em seguida, o candidato teria ligado para o ex-governador.
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Enquanto o governo articula-se de forma eficiente, profissional, direcionada, focada, utilizando-se da máquina estatal, do aparelhamento do estado, da confusão entre o público e o privado, focados única e exclusivamente em levar a eleição, Alckmin e seus coordenadores de campanha demonstram o susto que levaram com a votação recebida. O governo está encarando o segundo turno com extrema importância e seriedade. Não vai medir esforços para permanecer onde está.
Veja-se a MP nº 324/06, que liberou 1,5 bilhão de Reais - R$ 1,504,324,574,00 (um bilhão, quinhentos e quatro milhões, trezentos e vinte e quatro mil, quinhentos e setenta e quatro reais). MP para abertura de crédito extraordinário faltando poucos dias para eleições que determinarão os rumos do país por quatro anos.
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Obs. Como vai ser caso Alckmin vença? O que fazer com Aécio e Serra em 2010?