DOMINGO, 29.
GIMME SOME TRUTH
I'm sick and tired of hearing things
From uptight, short-sighted, narrow-minded hypocritics
All I want is the truth
Just gimme some truth
I've had enough of reading things
By neurotic, psychotic, pig-headed politicians
All I want is the truth
Just gimme some truth
No short-haired, yellow-bellied, son of tricky dicky
Is gonna mother hubbard soft soap me
With just a pocketful of hope
Money for dope
Money for rope
I'm sick to death of seeing things
From tight-lipped, condescending, mama's little chauvinists
All I want is the truth
Just gimme some truth now
I've had enough of watching scenes
Of schizophrenic, ego-centric, paranoiac, prima-donnas
All I want is the truth now
Just gimme some truth
Ah, I'm sick and tired of hearing things
from uptight, short-sighted, narrow-minded hypocrites
All I want is the truth now
Just gimme some truth now
I've had enough of reading things
by neurotic, psychotic, pig-headed politicians
All I want is the truth now
Just gimme some truth now
All I want is the truth now
Just gimme some truth now
All I want is the truth
Just gimme some truth
All I want is the truth
Just gimme some truth
J. LENNON, 1971.

35 Comments:
Isso aí, John. Sempre as palavras certas. We miss you Jonny!!
Charlatão!
Meu deus! assim não dá. Vou perder a paciência com esse malandrinho aí de cima! Acho que com ele só resta partir para agressão física!
Hã? Que?
Não sei inglês...
Piegas e meloso, como só Lennon sabe ser...
J. Lennon destacou-se mais por seu oportunismo e visão empresarial. Soube se autopromover como ninguém, e criar alternativas para conquistar mercado mesmo estando casado com Yoko Ono.
Lennon talentoso mesmo é o Aaron Lennon jovem promessa do Tottenham Hotspur e da seleção inglesa.
Lula-lá, brilha uma estrela...
Lula-la é a esperança...
Lula-lá...
Vocês terão que engolir!!
Lula: "Queremos que o Mercosul seja um sucesso, da Terra do Fogo a Patagônia!"
Vai diminuir drasticamente o alcance, né?
Olha o novo ministério do barbudo:
1) Delfin
2) Marta Suplicy
3) Roseana Sarney
Meu Deus!
Somos todos idiotas.
É o rei dos idiotas por mais 4 anos como presidente, ou não...
Fora Lula!
O pior de tudo, era ter que olhar para a Yoko Ono todo dia de manhã.
Mesmo sendo um enganador / espertalhão, que fazia genero contra cultura, hippie, dalai-lama, amor livre etc....., podia "pegar" coisa melhor, do que aquela "japa".
A explicação da famosa foto dos dois (JL e YO) nus na cama, com uma bicicleta, era que a bicicleta era melhor que a Yoko.
Além do mais, era um "drogadito", como Hendrix, Joplin, Morrison, Brian Jones, Cazuza e outros que com seu vicio, financiam trafico de drogas e por consequencia parte da violência existente.
LIBERDADE JÁ para Mark David Chapman, que decarregou seu tres oitão no JL, na porta do Dakota em NY.
Até quando Lennon morreu, usou seu talento marketeiro. Não perdia uma oportunidade, é comparável ao Túlio Maravilha.
Chapman e Lennon promoveram um romancezinho adolescente como ninguém conseguiria. “O Apanhador no Campo de Centeio” é livro comparável a programas televisivos como Malhação, da Globo e Rebelde, do SBT.
Jogada sensacional para dar inveja a qualquer editora, e um mais grande, e último, feito do empresário J. Lennon.
P.S. J.D. Salinger até é um bom escritor que escreveu bons livros. Mas “O Apanhador no Campo do Centeio não dá...
No último post compararam o Lula com Costinha.
Agora é o Lennon com o Túlio Maravilha.
Sacanagem com o Túlio.
Artilheiro do Brasileiro em 89, 94 e 95. Com 13 jogos na seleção e 12 gols anotados. Esse tinha talento...
Caro Francisco,
Eu sei q o combinado é não comentar futebol, mas bons tempos de Campeonato Carioca onde cada time tinha seu artilheiro fanfarrão(Túlio, Romário e Renato Gaúcho), que se provocavam antes dos clássicos na luta pelo título de Rei do Rio.
Peladas, Namoradas dos artilheiros, Jogos de Futevolei no Viajandão e Cestas básicas apostadas para o Retiro dos Artistas. Fotos com coroa e cetro de Rei do Rio.
Campeonatos com milhoes de jogos,várias finais, pontos extras e que duravam quase 6 meses.
Isso aí Mainardinho, bem sacada, quem foi John Lennon em comparação com o TÚLIO MARAVILHA.
O Túlio tem o seu nome na história mundial, em qualquer lista de principais jogadores do mundo, tal qual Roberto Dinamite, Toninho Guerreiro do São Paulo, Ivair o Principe da Portuguesa de SP, Cesar Maluco do Palmeiras e o grande Jorginho Gaucho.
O CHAPMAN QUE MATOU O LENNON, É PARENTE DO MAGO DA F1 COLIN CHAPMANN ?
Meu Deus! ressaca eleitoral é isso aí! Só baixou louco hoje aqui! Vou fazer uma resa forte para Pai Benedito de Oxumaré.
Ps. Esqueceram do fanfarrão mor: o artilheiro Gaúcho, do Mengão!
Ah, sim. Há uma prima de Mark Chapman, a Trace!!
Meu caro Ludwig,
O que você já leu do Salinger que não seja "O apanhador"?
Apreciaria realmente seus comentários acerca das demais obras, aquelas que tornaram Salinger, segundo você escreveu, "Um bom escritor". Devo salientar, entretanto, que "O Apanhador" já era um romance (adolescente, sem dúvida) CONSAGRADO bem antes da covardia de Chapman (quem atira pelas costas é COVARDE, concorda?)
P.S. Aliás, apreciaria também suas considerações sobre o próprio "Catcher in the Rye" e o eterno Holden Caufield.
Mas, por favor, explique em detalhes o que faz de "O Apanhador" um "romancezinho" equivalente à "Malhação" ou à telenovela "Rebelde".
Abraço!
Caro Partisan,
Jerome David Salinger, o autor, é uma figura estranha. Nascido em 1919, desde sempre foi avesso à imprensa ou outras formas de divulgação da sua figura, tornando-se paranoicamente recluso. Ainda na época do lançamento de The Catcher in the Rye, na década de quarenta, fez o seu editor prometer que não lhe enviaria quaisquer críticas que fossem publicadas sobre o livro. Reclamou também que a sua foto na contra-capa estaria muito grande. Solicitou que não fosse feita qualquer publicidade do livro aludindo à sua pessoa, alegando que não queria correr o risco de acreditar no que leria. Por esta situação fiz a denúncia de marketing editorial da Lennon, Chapman e Editora.
Concordo que “O apanhador” já era um livro conhecido, não consagrado. Lennon em seu último ato o consagrou. Este feito você não conseguirá tirar dele, tanto que a maioria das resenhas do livro cita o assassinato de Lennon.
Chapman não é covarde. Ou faz parte de mais uma estratégia de mercado de Lennon, ou é corajoso suficiente para driblar esquema de segurança, matar o fenômeno marketeiro e encarar as conseqüências, ou é mesmo um perturbado mental como Holden Caulfield.
Pessoal, peço desculpas por comparar o Lennon ao Túlio. É que Túlio assim como Lennon não perdia uma oportunidade de aparecer. Enquanto Lennon tinha a Yoko Ono, Túlio também tinha sua megera. Enquanto Lennon fazia pulseirinhas da paz, Túlio fazia truques amadores de mágica com Tico Mineiro para aparecer no Esporte Espetacular.
Caro Partisan,
Para saber melhor sobre a obra de Salinger indico: Carpinteiros, Levantem Bem Alto a Cumeeira e Seymour: Uma Apresentação (Cia. das Letras). Já procurei, sem sucesso, por Nove Histórias e Franny & Zooey, se souber de algo agradeço.
É um escritor tecnicamente perfeito na mão. As duas novelas me deram exatamente a idéia desta perfeição técnica, ainda que em tradução. Salinger constrói sua narrativa centrada em uma linguagem muito próxima do coloquial, mas que jamais descamba para a vulgaridade. Uma das coisas mais notáveis em Salinger é a descrição dos personagens outros envolvidos na história.
O mesmo acontece em “O Apanhador...”. O próprio Caulfield nada faz durante o romance senão viver uma aventura absolutamente banal pelas ruas de Nova York. Expulso do internato onde estuda, por não se adequar aos métodos tradicionais de ensino, ele vaga pela cidade por alguns dias, até que volta para casa, para a bronca dos pais pela falha na educação. Neste entretempo, briga com um colega de quarto, leva um soco de um porteiro, encontra algumas meninas e outras pessoas sem grande relevância. É tecnicamente perfeito em sua narrativa.
No entanto, a história é de um rebelde sem causa, assim como alguns amigos do blog. A história tem um sentido e um impacto muito maior para adolescentes assim como os programas televisivos citados. Ou seja, Caufield é um mala, seu único problema é a falta de problemas, só que quando você também é adolescente você não acha isto.
Abraço.
Ludwig,
impressionante! Ou você é um baita conhecedor da literatura americana do século XX (o que não duvido) ou um dedicado pesquisador de resenhas internéticas (o que também nào duvido). Tenho Franny & Zooey e achei fraco.
Só uma coisa me intriga, e talvez você possa esclarecer: Por que o título do livro é "O apanhador no campo de centeio"?
Abraço!
Não sei não, mas na minha terra, um cara que escreve um livro, cujo titulo é Apanhador no campo de centeio, no minimo fica em observação.
Deve ser a mesma turma que frequenta a Boite Le Boy.
A Trace Chapman aparece em algumas fotos ao lado do Emerson Fitipaldi, no box da Lotus e a Lotus 72.
Os Chapman são mesmo terriveis e matadores, Mark com seu revolver matou Lennon (não foi covardia, Lennon é que foi covarde e correu, por isso foi morto pelas costas) e Colin com seus Lotus matou Clark, Peterson e outros menos cotados.
Não sabemos se a prima Trace "apagou" alguem.
Há uma teoria de que Lennon não morreu, sendo mais uma jogada de marketing, assim com Elvis segue vivo, no segundo andar de sua casa em Gracieland (varias pessoas já o viram), Lennon segue vivo, morando no mesmo Edificio Dakota.
Ludwig,
ainda aguardo sua explicação sobre o porquê do título.
Anônimo,
na sua terra qualquer um que escreve um livro deve ficar em observação, independentemente do título.
Outra coisa: incabível a vírgula entre "livro" e "cujo" (a não ser que você queira destruir a subordinação entre as orações)...Isso é coisa de quem freqüenta a boate "Le Burro".
Abraços!!
Partisan,
Desta vez você quase me pegou... Sinceramente, não sabia responder e nem nunca me interessei por saber, pois, como já disse, considero o enredo um romancezinho adolescente (tecnicamente perfeito em sua narrativa).
A princípio, arriscaria que seria uma alusão ao interrogatório de sua irmã sobre sua rebeldia, sobre porque se autodestruía daquele modo e porque não gostava de nada. O título simbolizaria QUEDA, a de Caulfield, a da desagregação social do personagem.
No entanto, sua pergunta me levou a folhear novamente o novamente o livro. Eis que na minha edição há uma resenha editorial de Rosane Pavam: “O título dado à obra no Brasil é resultado de tradução literal, exigida pelo autor. Mas precisa ser explicado. "The Catcher in the Rye", no original, foi inspirado em um verso do poeta escocês Robert Burns. A locução "in the rye", traduzível por "no campo de centeio", é uma expressão idiomática que significa "perigo" ou "dificuldade". O apanhador, ou pegador, é o jogador de beisebol incumbido da defesa. O título, assim, sugeriria que Caulfield se ocupa de defender, do perigo, aqueles para quem escreve, os jovens”.
Abraço
P.S.: Espero ter lhe ajudado. Vou começar a cobrar pelas minhas aulas de literatura americana do século XX.
P.S.2: Criei uma identidade no blogger para mim, embora não tenha blog, para evitar que postem com meu nome (como aconteceu em outro site que participo).
Ludwig,
discordo de muitas de suas intervenções, mas reconheço que você é, no mínimo, um interlocutor interessado e de bom nível.
Não quero dever aula alguma e, por isso, trago também minha contribuição. Li o "hit" de Salinger aos quinze anos, na pegada de uma noite em claro. Reli, cinco anos depois, a edição em inglês.
Toda a informação prestada sobre a tradução faz sentido. Mas há dois elementos no texto que reforçam o já exposto.
O primeiro é a luva de beisebol que acompanha Caufield ao longo da narrativa. A luva (para canhotos), traz poemas escritos e pertencera ao irmão mais novo (Allie, falecido por leucemia) do (anti)herói da trama.
O segundo é o sonho/"viagem" de Caufield que se vê de frente para um campo de centeio, tendo às costas um precipício. Muitas crianças correm em sua direção, pelo campo de centeio, rumo ao abismo. Caufield, nessa "viagem", tenta salvá-las qual um "catcher", com a tal luva de beisebol e tudo. Metáfora, sem dúvida, para tratar da passagem da criança para a idade adulta, tendo então a adolescência como momento da "queda".
Espero ter contribuído.
Abraços,
O clima esquentou.
Vou pegar em armas!
A revolução está começando.
Hora das privações.
(pelo amor de Deus, não confundir com privatizações!).
Vou puxar a faca.
Away!
Partisan,
Realmente. Estamos quites.
Nada melhor para finalizar do que a citação do nosso rebelde sem causa, o Holden Caulfield do Blog.
Partisan, correta sua observação em relação a virgula mal colocada.
Cabível a colocação, mas irrelevante a observação.
Mas a questão segue em aberto, é da turma da LE BOY ou não ?
Aliás vamos ao que interessa para nós da LE BURRO, aonde estão as mulheres desse BLOG. Só da valete e rei nesse baralho ?
De mulher mesmo, só as supostas "fãs" do Francisco, dito galã das novelas de Manoel Carlos.
Tem a 7 Lagoas tb, q anda sumida.
Curiosidade:
John Lennon era o nome do cachorro do Chiquinho, um waimaraner (partisan, sei l[a a grafia deste nome...) que morreu louco no exílio de um sítio na zona oeste, de tão anti-social que ficou...
Eu prefiro os pastores alemães, se prestam melhor à proteção da população de bem contra os inimigos da ordem nacional.
O cachorro não era meu. Comprei e dei de presente. Todavia a pessoa que o recebeu não pode ficar com ele. Depois de apenas 4 dias arrumou-se outra casa para o cão. Não sei o que deu nele que ficou bravo.
Aliás, há até uma história engraçada envolvendo o cão.
Levei-o ao veterinário no dia seguin te da compra. O enfermeiro veio dar uma ajuda à veterinária, moça jovem, bonita, mas meio sem paciência.
Gentilmente o enfermeiro aproximou-se com uma coleira na mão, do tipo enforcadora, e perguntou o nome do bicho.
Respondi "É Lennon"
O enfermeiro comentou em seguida "Ah, muito bem".
Segurou o cachorrinho pela coleira que a esta altura já envolvia o pescocinho magricela do filhotinho e disse "calma agora, Heleno"
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