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terça-feira, setembro 25, 2007

Pólio Plus

Em 1985, Rotary iniciou o Programa Pólio Plus para proteger as crianças contra as seqüelas cruéis e fatais da pólio (paralisia infantil). Em 1988, a Assembléia Mundial de Saúde exortou o mundo no combate à pólio.
Desde então, os esforços do Rotary e demais agências parceiras, incluindo Organização Mundial de Saúde, Unicef, Centro Norte-Americano para Controle e Prevenção de Doenças e órgãos governamentais, conseguiram reduzir em 99% o número de ocorrências da doença.



No início da década dos anos 80, Rotary começou a planejar o mais ambicioso programa de sua história: imunizar todas as crianças do mundo contra a pólio. A idéia demandava a colaboração com órgãos de saúde internacionais, nacionais e locais. Sob a orientação e assessoria de Albert Sabin, que descobriu a vacina oral antipólio, Rotary criou o Programa Pólio Plus em 1985.
A promessa do Rotary de investir US$120 milhões no Pólio Plus foi anunciada em outubro de 1985, no 40° aniversário da Organização das Nações Unidas. Este audacioso compromisso energizou a comunidade global de saúde pública. Em três anos, rotarianos haviam arrecadado mais do que o dobro do prometido, doando US$247 milhões.

O papel do Rotary nessa iniciativa é cada vez maior. Inicialmente, a entidade se propôs a atuar como elemento catalisador, providenciando dinheiro para a vacina e apoio dos voluntários para tentar superar os problemas de distribuição. Um subsídio da Fundação Rotária financiou grupo de especialistas da Organização Mundial de Saúde, entidade que está à frente da iniciativa global. Recentemente, os fundos do Pólio Plus financiaram transporte e outros custos operacionais associados com a distribuição da vacina, atividades de vigilância (inclusive laboratórios) para a identificação das áreas onde o vírus está presente e treinamento para os profissionais de saúde e voluntários que participam do processo de imunização.



Em 1995, Rotary estabeleceu uma força-tarefa para promover a erradicação da pólio junto aos governos, o que resultou em mais de U$$1,5 bilhão em subsídios públicos especificamente para combater a pólio. Em 2000, Rotary uniu-se à Fundação das Nações Unidas em busca de apoio do setor privado - fundações, corporações e fortunas particulares. O setor privado contribuiu mais de US$100 milhões aos esforços de erradicação. Atualmente, Rotary é o principal contribuinte financeiro não governamental na batalha pela erradicação global da pólio.

3 Comments:

Anonymous Anônimo said...

O carinha a seu lado na foto do post ROTARY de 23/09 fez a gravata com o tecido da toalha.
Deveria ser expulso por andar com uma gravata daquelas.

28 setembro, 2007 15:55  
Anonymous Anônimo said...

Mais uma mea-culpa desses pseudo-altruístas do 1o mundo...

quero ver abrirem seus mercados, acabarem com os subsídios agrícolas para desenvolver e trazer riqueza para essa gente sofrida.

Porque nós não queremos esmolas!!
Queremos poder competir de igual para igual com o agricultor europeu e americano.

Viva o etanol da cana-de-açúcar!!!

28 setembro, 2007 16:06  
Anonymous Anônimo said...

Ai, que loucura!

29 setembro, 2007 15:28  

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